Resenhas de Papel
terça-feira, 12 de julho de 2011
“ meu presente de outras vidas
embalado com laço grande
enlaçando o tempo presente
debaixo da arvore, vendo estrela cadente
nos embolamos no cobertor
suando na frente do ventilador
se fez, se faz me deu
presente”
"Pra que pensar que pode acabar
pra que chorar se nem começou
vamos deixar a vida levar
o destino se encarregar do que nos traçou
enlaçou desde o primeiro olhar
na praia, na barraca, na viola
nossa historia pode ser um curta
um longa emocionante
um suspense, um romance
so sei que constante sigo na levada
na cadencia do sentimento
na espera de um momento
que so quem ama sabe
redescobrindo o amor
na sua forma mais pura
desde o olhar pro mundo
aos seus olhos profundos”
Meio que de repente
rapido como serpente
pessoa doce
tem mel no corpo
na voz, que voz.... me faz sonhar
esqueço de tudo quando perto
e de um jeito discreto
demonstro o meu ,cada vez maior, afeto.
Parece que tinha meu manual
no lual, me fita
nas palavras não complica
sabe o que quer
e vai me fazer virar sua mulher
segunda-feira, 11 de julho de 2011
a verdade tras fatos iguais
tras consigo a dor, o real duro
imita a arte no amor
nas decepções karmais
mesma cama desfaz
o laço do que em mim
era verdadeiro demais
o pesado temivel
a dor fundida, foguenta
em nós apertados
desfaz no dente
amargo gosto
de saber demais
jogo fora você
as lembranças, poesias
a tristeza o amargo
jogo fora o temível que me esperava
o amor que me encontrava
nos seus braços entrege
jogo fora o seu ódio encubado
seu ciúme infundado
todas as recordações distorcidas
todo meu amor vivo
jogo fora você.
conhecer, perceber, sentir, falar assim
cabe a voce, ver o que te apetece
o que consegue entender
verdades nao existem, perceba
sao apenas imagens feitas dentro de nos
certo ou errado, o que é também
valores aprendidos seus, nao meus
imagens do errado suas, nao minhas
seria o certo, certezas e ponto?
detalhes pequenos em juíizo
o que engloba nao tem sentido
pra voce.. o todo nao tem valor
e o que é valor... pra voce?
Um terço inteiro de amor e carinho
Não sei explicar o caminho
Sigo na cadencia do espirito
Que habita meus pés voadores
Que comanda meus devaneios assustadores
Como pássaros trilhando os amores
Sem rumo, sem fita, sem farsa
Somente eu e a mente
Sem mentiras ou tormentos
Sem alardes ou assentos
Sem prisões dentro de nos
Sem pensar no antes ou após
Vivendo cada dia único de paz
A vida se explica no revés
E caminha sem pés.
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